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Um
site pessoal é extremamente fácil de criar. Muitos sites permitem que você
utilize templates já prontos e complete com fotos e textos sobre você mesmo.
Saiba que um site pessoal pode ajudar você na hora de conseguir um emprego,
visto que os recrutadores e empresários podem ter uma visão geral de como você
é pessoalmente e profissionalmente.
A
seguir, confira abaixo 3 motivos para criar um site pessoal:
1.
Você controla a aparência
Você
pode controlar a aparência do seu site, assim os seus leitores terão uma ideia
de como você é. Ao contrário de redes sociais como o LinkedIn, que possuem uma
imagem padrão, o seu site pessoal pode transmitir a sua personalidade.
2.
Seu site pode ser o seu portfólio
As
pessoas são extremamente visuais, principalmente na internet. Por esse motivo,
quanto mais informações você colocar no seu site, melhor. Você pode colocar em
um único lugar artigos que você escreveu, projetos que desenvolveu e fazer do
seu site o seu portfólio.
3.
Você pode organizar todos os seus contatos
Recrutadores
usam as redes sociais para decidir se um candidato é adequado para a vaga, e as
suas páginas podem ficar perdidas no meio de outras pessoas que tem o seu nome.
Porém, se você tem um site pessoal que reúne todos os seus contatos online,
você vai apontar os recrutadores para a direção certa e adicionar um ponto ao
seu favor.
Fonte: CIEE
Por Adm.
Laerte Leite Cordeiro*
Você
que nunca tem tempo para fazer cursos que a empresa lhe oferece; que já lida
com o computador,
mas que fora
do Pacote Office não procura conhecer
mais: que diz para todo mundo
que o Inglês só é importante para quem
trabalha numa multinacional; que
se orgulha de não se importar muito com
a sua avaliação
de desempenho na
empresa; que sempre se negou a
transferências no interesse da organização; e que se sente
protegido pelo fato que tem mais de 10 anos de casa, cuidado!
Há
uns 20 anos atrás,
a situação de
executivos e profissionais nas empresas
era tranquila no que respeitava
à manutenção dos empregos.
Recrutava-se
mais, havia Assistentes, Assessores, Secretárias e
Gerentes médios e seniores andando pelos corredores dos
escritórios e fábricas e a vida funcional era basicamente tranquila.
De
repente e diante de condições econômicas
nacionais e internacionais da época,
essa situação foi
modificada, criou-se um termo novo, a famosa “Reengenharia”, que fez mudar
o panorama do emprego, já que as empresas passaram a
olhar para suas
estruturas e quadros em busca de
economia, produtividade e eficácia.
Organogramas foram
modificados e reduzidos
em altura e largura e os quadros –
principalmente onde os custos eram maiores – enxugados de forma
drástica. O nível
Gerencial foi mais
sacrificado por se entender que melhor
era subordinar Supervisores e Coordenadores a Diretores e cortar os
Gerentes e toda a
sua equipe de staff administrativo.
Inúmeras empresas grandes à época
foram inclementes nas reduções do quadro gerencial e muita gente perdeu o
emprego.
Se olharmos
para as empresas
brasileiras dos últimos
5 anos, vamos verificar que
a situação que promoveu a Reengenharia pode estar indo
de volta. Segundo os
jornais, as empresas vivem dias
difíceis – claro que umas mais do
que outras –
com vendas baixando, a inflação
subindo, a exportação caindo, a
produtividade industrial insuficiente e muitas outras variáveis que
mostram as organizações
vivendo momentos por vezes bem difíceis.
Não temos
nenhum fato claro que mostre que
a tal Reengenharia esteja já voltando e que
as empresas estejam
se preparando para outro processo
semelhante aquele acontecido no
passado. De repente, porém, os problemas se acentuam,
a crise lá fora recrudesce, a situação se complica mais e as
organizações talvez tenham
que adotar medidas
mais restritivas e as racionalizações, terceirizações, reengenharias
e enxugamentos tenham que ocorrer para tristeza geral.
Aí
cabe o
alerta vermelho para
os acomodados, que talvez já
estejam tranquilos em suas posições, sem atentar muito para o que pode, de
repente, voltar a acontecer.
A vida calma, oxalá nine-to-five, dinheirinho no fim do mês,
sem muito investimento pessoal na carreira e tudo
caminhando na santa paz é uma situação que talvez não prevaleça num futuro
próximo.
Como se preparar para esse difícil momento, se
ocorrer? Não há dúvida de que o
profissional proativo, intenso,
participante, interessado em progresso,
disposto a investir na carreira e muito ligado no trabalho e na
empresa, será aquele que estará mais
protegido da intempérie. Não bastará
tempo de
casa, só cumprir obrigações, atender aos superiores e ser um bom
chefe de
família precisado do emprego, para manter sua zona de relativo
conforto.
Por isso,
o simples acomodado profissional
cumpridor de suas obrigações pode ser um
daqueles que vai
dançar na hora em que uma eventualmente necessária Reengenharia, mostre
de novo suas
garras nas empresas brasileiras. Os profissionais
empregados devem refletir bastante sobre essa situação eventual agora em que
nada de mais grave ainda se anuncia. Mas se o momento difícil chegar como é que cada um resolve o seu problema?
*Consultor
Titular de Carreiras da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos em São
Paulo.
59% dos brasileiros dizem que a economia do país está bem e 79%
acreditam que ela vai melhorar nos próximos 12 meses, segundo pesquisa
divulgada nesta quinta-feira pelo Pew Research Center, com informações sobre 39
países.
A avaliação sobre a situação econômica pessoal é ainda mais
positiva – dos entrevistados, 74% afirmam que ela está boa e e 88% apostam que
ficará melhor nos próximos 12 meses, o percentual mais alto entre todos os
países pesquisados, divididos entre avançados, emergentes e em desenvolvimento.
Ao apontar o principal problema que o governo deve enfrentar, 46%
dos brasileiros ouvidos na pesquisa apontaram a falta de oportunidades de
emprego, ainda que a taxa de desocupação esteja hoje nas mínimas históricas.
É uma fatia bem superior aos 24% que pedem mais atenção aos preços
em alta, mesmo num cenário em que a inflação segue perto do teto da meta, de
6,5% - o Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) acumula alta de
6,46% nos 12 meses até maio. Outros 17% afirmam que o governo deve dar
prioridade à redução da distância entre riscos e pobres.
Apesar da redução da desigualdade de renda apontada por
indicadores socioeconômicos nos últimos anos, 75% dos entrevistados no Brasil
dizem que a desigualdade é um grande problema, com 50% dizendo que a distância
entre ricos e pobres tem aumentado – 24% afirmam que ela ficou igual e 25%, que
diminuiu.
No Brasil, a fatia dos que dizem que o sistema favorece os mais
ricos chega a 80%. Entre os países emergentes, é um número superado apenas
pelos 80% do Chile. Os percentuais mais altos aparecem na Grécia, com 95%, e em
Gana - classificado como país em desenvolvimento -, com 94%.
Os brasileiros também aparecem bastante confiantes no futuro
quando perguntados como será a vida dos filhos em comparação com a dos país. No
Brasil, 79% dos entrevistados acreditam que ela será melhor, percentual muito
próximo aos 82% registrados na China, a primeira da lista.
É um quadro bastante diferente do observado nos países avançados,
especialmente na Europa, que amargam um ambiente recessivo, ainda longe de se
recuperar da crise que eclodiu em 2007 e se agravou em 2008, com a quebra do
Lehman Brothers, nos EUA.
90% dos franceses veem um futuro pior para os seus filhos, por
exemplo. Essa fatia é de 74% no Reino Unido, 73% na Itália e 67% na Grécia. Nos
EUA, que têm mostrado um crescimento mais forte que o da Europa, ainda que nada
exuberante, 62% dizem que os filhos terão uma vida pior que a dos pais. No
Japão, o número é de 76%.
Mesmo com a avaliação positiva da maioria dos brasileiros sobre a
situação atual da economia e da perspectiva de melhora, 55% dos entrevistados
disseram estar insatisfeitos com os rumos do país – 44% acreditam que o Brasil
caminha na direção correta. Na China, os satisfeitos chegam a 85%, o número
mais elevado. Na Grécia, essa parcela é de apenas 2% - 97% se dizem
descontentes.
No Brasil, o Pew ouviu 960 pessoas com mais de 18 anos, entre 4 de
março e 21 de abril. A margem de erro, no caso da pesquisa no país, é de 4,1
pontos percentuais. Nos 39 países, foram entrevistadas 37.653 pessoas.
Fonte: Sergio Lamucci/Valor Econômico
Fonte: CIEE
O mercado de trabalho continua aquecido para profissionais com
MBA. Levantamento anual do Graduate Management Admission Council (GMAC), a
organização responsável pela prova de admissão para programas de MBA Gmat,
indica que 75% das empresas em todo o mundo pretendem contratar profissionais
com MBA em 2013, o que representa aumento em relação aos 71% registrados no ano
passado.
É o melhor resultado dos últimos cinco anos – em 2009,
apenas 50% das companhias pretendiam contratar esses profissionais. Houve
aumento também no número médio de ex-alunos de MBA que cada empresa planeja
contratar: 14,6 neste ano, contra 11,4 em 2012. Além disso, mais empresas
demonstram interesse em contratar profissionais que fizeram outros programas de
mestrado, em áreas como administração, contabilidade e finanças. Ainda assim, a
porcentagem de empresas que pretendem contratar profissionais com esses cursos
continua menor do que o número de companhias que buscam ex-alunos de MBA, e
fica em torno de 40%.
Foram entrevistadas quase mil empresas de todo o mundo, sendo a
maioria dos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Uma pesquisa complementar com mais de cinco mil alunos de 33
países que se formam neste ano em programas de MBA levantou que 60% dos que
estão em busca de emprego já receberam pelo menos uma proposta nos últimos
meses, número similar ao registrado no ano passado. Já entre os formandos em
programas de mestrado em contabilidade esse volume aumentou: 76% já haviam recebido
ofertas, contra 65% no ano passado.
Fonte: Letícia Arcoverde/Valor Econômico
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