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Os
empresários da indústria estão mais otimistas em maio, com avaliações mais
positivas a respeito do cenário atual, embora sigam temerosos com o futuro, de
acordo com o resultado preliminar da pesquisa “Sondagem da Indústria de
Transformação”, divulgado nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O
Índice de Confiança da Indústria cresceu 1,1% na leitura preliminar de maio,
ante o resultado final de abril. Essa alta foi puxada pelo Índice da Situação
Atual (ISA), que avançou 2,8% na prévia (após três quedas consecutivas), para
106,4 pontos, o maior nível desde janeiro. Já o Índice de Expectativas (IE)
registrou queda de 0,6%, ao passar para 104,3 pontos, menor nível desde
novembro do ano passado. Esse indicador cedeu pelo terceiro mês consecutivo.
A
FGV avaliou que o resultado preliminar da Sondagem mostra um cenário mais
positivo também porque aumentou o Nível de Utilização da Capacidade Instalada
(Nuci) da indústria, de 84,2% no final de abril, para 84,6% na prévia de maio.
É o maior nível desde janeiro de 2011, quando marcou 84,7%.
“A
melhora da percepção sobre o presente combinada ao avanço do Nuci sugere
aceleração do ritmo de atividade do setor no mês”, diz a FGV, em nota.
Para
a prévia dos resultados da Sondagem foram consultadas 805 empresas entre os
dias 2 e 16 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado em 28 de
maio.
Fonte: Valor Econômico
Segundo
a consultoria Millward Brown, que anualmente elabora o ranking das marcas mais
valiosas do mundo, a brasileira Petrobras perdeu o primeiro lugar na América
Latina.
Ela
foi ultrapassada pela Corona, marca de cerveja do México, pela Telcel, que atua
em telecomunicações no mesmo país, e pela brasileira Skol.
O
valor atual da sua marca seria de US$ 5,7 bilhões, 45% a menos do que em 2012.
As
outras duas marcas brasileiras no ranking são os bancos Bradesco (6º) e Itaú
(9º).
"A
Petrobras é a segunda marca mais valiosa do Brasil, mas teve uma queda de 45%
no valor de marca em relação a 2012. O fato de o governo segurar o preço dos
combustíveis como forma de deter a inflação fez com ela perdesse valor",
diz Valkiria Garré, diretora-executiva da Millward Brown no Brasil.
"Por
outro lado, políticas governamentais para criar empregos e estimular consumo
impulsionaram vendas em categorias de consumo como alimentos, cervejas e
varejo. A Skol cresceu 39% em valor de marca, por exemplo."
Na
lista global, o primeiro lugar segue com a Apple, que valeria US$ 185 bilhões.
Para
chegar a esses números a consultoria utiliza vários fatores, como o valor de
mercado, o potencial de crescimento e a percepção dos consumidores sobre a
marca.
Fonte: Folha de S.Paulo
Em 2012, não houve aumento significativo na remuneração dos CEOs
americanos em relação ao ano de 2011 e as empresas continuam a dar preferência
a incentivos de longo prazo ligados ao desempenho. São as conclusões do
"CEO Compensation Study", um estudo anual feito pela consultoria de
gestão Hay Group e o jornal "The Wall Street Journal".
Segundo a pesquisa, que usou informações referentes ao ano fiscal
de 2012 de 300 empresas americanas de capital aberto, continua uma tendência
dos últimos anos de aumentos modestos na remuneração total dos
executivos-chefe, que subiu 3,6%, para US$ 10,1 milhões, em média. O
crescimento se deu por causa de um incremento na remuneração de longo prazo. Em
média, o salário-base dos CEOs cresceu apenas 1,3%, ficando em US$ 1,15 milhão
por ano. Os incentivos de curto prazo, pagos anualmente, também ficaram
estáveis, em US$ 2,1 milhões. Já os incentivos de longo prazo subiram 3,8%,
chegando a US$ 7 milhões.
Para o líder da prática de remuneração executiva do Hay Group nos
Estados Unidos, Iry Becker, a tendência de atrelar cada vez mais a remuneração
executiva ao desempenho é uma forma de as companhias deixarem os planos de
remuneração mais atraentes para acionistas. “Pelo terceiro ano, a maioria das
empresas realizou níveis de pagamento quase planos, bônus reduzidos e programas
de remuneração amarrados aos resultados desejados pelos acionistas”, diz.
Entre 2011 e 2012, o número de empresas que usaram benefícios de
longo prazo passou de 44% para 51%. No último ano fiscal, esses tipos de bônus
representaram 31% da remuneração dos CEOs, contra 26% no ano anterior.
Fonte: Letícia
Arcoverde/Valor Econômico
Acredite:
uma mesa desorganizada faz toda a diferença no seu trabalho. Pilhas de papéis
em cima da mesa, por exemplo, fazem com que você perca tempo procurando um
documento em específico ou até uma caneta que se perdeu no meio da bagunça. E a
mesa é apenas um dos aspectos nos quais a sua carreira pode estar
desorganizada.
Confira
a seguir 6 dicas para organizar a sua carreira e transformá-la em uma carreira
de sucesso:
1.
Estabeleça uma meta para a sua carreira
O
primeiro passo é estabelecer uma meta para a sua carreira. O segundo é se
certificar de que tudo o que está em cima da sua mesa contribui de alguma forma
para essa meta e, se não contribuir, retirar da sua bagunça.
2.
Lide com os problemas
Papéis
acumulados geralmente são problemas acumulados. Lide com esses problemas para
poder se livrar das pilhas de papel.
3.
Comprometa-se com a organização
Monte
rotinas para organizar os seus papéis em pastas onde eles podem ser facilmente
encontrados. Mesmo que você se livre de uma pilha de papel por dia, o seu
esforço vai valer a pena.
4.
Mude a sua rotina
Pequenas
mudanças na sua rotina podem te ajudar a se tornar mais organizado, pois um
pequeno intervalo de tempo faz com que você fique descansado e mais motivado
para manter as coisas nos eixos.
5.
Viva o presente
Nem
sempre estaremos trabalhando onde queremos, mas é preciso aceitar que o emprego
que temos no momento deve ser feito com tanta eficácia como o emprego dos
sonhos. Não se deixe trabalhar em um ambiente desorganizado apenas porque você
está esperando uma oportunidade.
6.
Comemore o sucesso
E
uma vez que a sua carreira esteja organizada, comemore o seu próprio sucesso e
continue sempre motivado a manter a sua carreira nos eixos e crescer cada vez
mais.
Fonte: Universia Brasil
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