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Quem
está com dificuldades de ganhar destaque na internet tem a oportunidade de
participar de treinamentos gratuitos online realizados pelo Google. A
programação das próximas semanas inclui cursos sobre oportunidades de negócio
no Dia dos Namorados e como reconquistar clientes, por exemplo.
Os
treinamentos ocorrem todas as quintas-feiras, às 13h30, por meio dos Hangouts
ao vivo do Google+, dentro da comunidade do AdWords Brasil. As aulas dos
especialistas do Google contam com tutoriais e dicas para pequenos e médios
empresários e depois são incluídas no site de treinamentos na comunidade e no
canal do AdWords.
No
dia 23, o tema do treinamento será: Como explorar oportunidades de negócio no
Dia dos Namorados. No dia 6 de junho, a aula será sobre como receber mais
contatos e cadastros em seu website. A estruturação de campanhas avançadas será
abordada na aula do dia 13.
O
dia 20 será reservado para discussão sobre como reconquistar clientes. E no dia
27, o treinamento será sobre como desenvolver estratégias para negócios locais.
Para participar, é preciso acessar o site: www.pt.adwords-community.com/.
Fonte: O Estado de S. Paulo
O
coworking consiste em um lugar onde vários
profissionais, de diversas áreas, alugam espaços em comum para desenvolverem os
seus trabalhos. Na
palestra “Coworking: novos caminhos do trabalho", realizada nesta
quinta-feira no Conselho Regional de Administração de São Paulo, os
palestrantes Marcus Trugilho e Anderson Costa explicaram o processo de evolução desta nova forma
de trabalho.
Turgilho, fundador do Pto de Contato Coworking,
contextualizou o processo de coworking – ou cotrabalho –, como um mercado
promissor para as empresas e pessoas. “Os tradicionais
espaços de trabalho, distribuídos em grandes escritórios empresariais, são
encarados por profissionais autônomos como dispendiosos. O coworking tem
sido cada vez mais adotado por profissionais liberais e pequenos empresários em
começo de seus negócios em busca de uma redução de custos sem uma queda na
produtividade.
Segundo ele, tal conceito de trabalho móvel, criado pelo norte-americano
Brad Neuberg em 2005, enxerga deficiências de se trabalhar em home office. O
coworking é, de acordo com Turgilho, uma solução para profissionais que
precisam de um lugar para trabalhar sem distrações ocasionais e, normalmente,
as empresas que estão começando um negócio são as que mais procuram esses
espaços.
Ainda na mesma palestra, Anderson Costa, jornalista e fundador
do site Movebla, apresentou dados da pesquisa realizada em sua página sobre o
assunto.
Segundo ele, as principais localidades onde os espaços de
coworking estão concentrados é no eixo sul-sudeste. “A nova geração não quer
ficar atrelada a uma mesa, e esse é um negócio que está começando a crescer,
sendo gerador de renda.”
O evento foi
organizado pelo CRA-SP e o Grupo de Excelência em Convergência Tecnológica e
Mobilidade Corporativa – GECTMC.
Fonte:
CRA-SP
O Instituto Internacional de Finanças (IIF), que representa as
maiores instituições financeiras do mundo, reduziu sua projeção para o
crescimento da economia brasileira em 2013 e 2014, refletindo a queda em geral
nos emergentes.
Para a instituição dos grandes bancos, a expansão da economia
brasileira ficará em 2,9% este ano, comparado aos 3,7% de alta que previa em
fevereiro em seu relatório de monitoramento da economia global. Para 2014, a
projeção agora é de 3,5%, ante estimativa inicial de 4,2%.
Em todo caso, o Brasil deve crescer mais que a média da economia
global, de 2,5% e 3,3% em 2013 e 2014, respectivamente, mas abaixo da expansão
média dos emergentes de 4,9% e 5,4%.
Nas projeções do IIF, este ano crescerão mais que o Brasil quase
todas as outras economias importantes na América Latina: Peru, 6,2% (estável em
relação à projeção anterior); Chile, 5,4% (comparado a 5,2% antes); Colômbia,
4,2% (estável); Equador, 3,8% (ante 3,9%); México, 3,3% (ante 3,7%).
A economia brasileira só deverá se expandir mais que a da
Argentina e a da Venezuela, nas projeções do IIF. Para a Argentina, a
expectativa agora é de expansão econômica de 1,9% comparada a 2,7% em
fevereiro. Para a Venezuela, permanece a projeção de alta de 1% do PIB.
As previsões para parceiros do Brics também foram rebaixadas. A
China deve expandir 8% este ano, ante projeção inicial de 8,2% há três meses. A
Índia deve crescer 5,8%, em vez de 6,5% e, a Rússia, apenas 2% comparado a 2,5%
antes. A economia da África do Sul deve se expandir 2,8%, ante previsão de 2,9%
em fevereiro.
Para o IIF, as economias emergentes em geral devem crescer apenas
3,5% no primeiro trimestre no dado anualizado, quase um ponto percentual abaixo
das expectativas de um mês atrás.
Já entre as economias desenvolvidas, o crescimento nos EUA e na
zona do euro em crise está próximo do que se esperava, e a surpresa é o Japão
devendo expandir mais do que previsto no rastro do programa de estímulo que o
governo deflagrou.
Quanto à inflação, as projeções para o Brasil continuam as mesmas,
de taxa de 6,3% este ano e de 5,9% ano que vem.
Já com relação à conta corrente, a representação dos grandes
bancos internacionais subiu sua projeção de déficit do Brasil para US$ 75
bilhões, comparado ao déficit de US$ 67 bilhões que estimava em fevereiro. Para
2014, a projeção agora é de déficit de US$ 76 bilhões, abaixo dos US$ 81
bilhões calculados em fevereiro.
Em Paris, as informações são de que dão conta que a Organização
para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também vai baixar sua
projeção para a expansão da economia brasileira e aumentar a estimativa de
inflação para 2013.
Fonte: Assis Moreira/Valor Econômico
Alguma
vez você já aceitou um emprego que não era seu ideal ou que já começou em um
trabalho planejando sair assim que achar outra oportunidade melhor? Se sim,
saiba que você não está sozinho. Um estudo do site de carreira CareerBuilder
revela que a maioria dos empregadores de 10 economias - incluindo o Brasil -
não sabe escolher os profissionais certos para sua empresa.
“Tomar
uma decisão errada sobre uma contratação pode gerar várias consequências
negativas em uma organização”, diz o CEO do CareerBuilder, Matt Ferguson.
“Quando você soma relações tensas entre funcionários, potenciais questões
legais e recursos para contratar e treinar candidatos que saem da empresa em
pouco tempo, o custo pode ser considerável”.
No
ranking entre as piores contratações, o Brasil aparece na segunda posição.
Entre os empregadores do País, 87% afirmaram que enfrentam problemas com más
contratações. O índice só fica abaixo da Rússia, onde 88% das empresas já
contrataram profissionais inadequados para o emprego. Na lista, ainda aparecem
a China, Índia, Estados Unidos, Itália e Reino Unido.
O
custo da má contratação
A pesquisa também buscou saber o custo exato da má contratação. De acordo com
27% dos empregadores norte-americanos, uma única má contratação custou mais de
US$ 50 mil. Na Europa, essas contratações foram mais caras na Alemanha, onde
29% disseram que os custos chegam a US$ 65 mil, e no Reino Unido, 27% das
empresas disseram que as más contratações custam mais que US$ 77 mil. Na China
e na Índia, os custos são de, aproximadamente, US$ 48,5 mil e US$ 37 mil
respectivamente.
Além
do financeiro
Além de impactar
financeiramente uma empresa, a má contratação também demanda tempo e afeta a
produtividade e a moral dos funcionários. No Brasil, 40% dos empregadores
disseram que a má contratação impacta na perda da produtividade, 23% na moral
dos funcionários, 21% na relação com os clientes e tempo e custo para recrutar
e treinar outro funcionário.
Fonte: Luiza Belloni Veronesi/Valor Econômico
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