Sobre o Registro

Sim. O Registro de Estudante visa aproximar os alunos das áreas da Administração do seu Conselho Profissional e dá direito a CARTEIRA DE ESTUDANTE, com o objetivo de identificar e aproximar os futuros profissionais, gerando uma sinergia com o CRA-SP.

A solicitação do registro de estudante acontece somente por meio das ações do Programa de Relacionamento Acadêmico (PRA). A emissão da Carteira de Estudante é feita de forma coletiva e entregue na própria Instituição de Ensino Superior.

O registro é feito diretamente na Sede ou Seccionais do CRA-SP (confira os endereços). O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 9 às 17 horas.
Consulte os documentos e procedimentos necessários clicando em Registro Pessoa Física ou Registro Pessoa Jurídica . 

Os documentos necessários para se registro estão relacionados nas seções:

Nesses casos, o CFA deverá ser informado para que possa analisar a situação e, se for o caso, a autarquia formulará resolução normativa para o registro profissional.

As duas modalidades de ensino são de graduação, todavia, suas bases legais não as igualam.

Cabe ao bacharel em Administração atuar em todo o campo de conhecimento da Administração e ao Tecnólogo atuar somente em uma determinada área do conhecimento dessa ciência, ou seja, seu exercício profissional está restrito a sua formação acadêmica.

Sim.

Sim, especificamente na sua área de formação ou profissionalização.

Desempenhar cargos e desenvolver atividades como pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens, laudos, assessoria em geral, chefia intermediária, pesquisas, estudos, análise, interpretação, planejamento, implantação, coordenação, controle e responsabilidade técnica dos trabalhos relacionados especificamente com sua área de formação ou profissionalização.

O Sistema CFA/CRAs tem como missão a fiscalização e a valorização das atividades de Administração. No entanto, ao garantir os mecanismos de fiscalização para que as funções restritas à área sejam ocupadas somente por bacharéis em Administração e diplomados em cursos superiores de tecnologia em áreas pertinentes à Administração, o Sistema CFA/CRAs fica com maiores condições de fiscalização.

De acordo com os dados do Ministério da Educação - MEC, formam-se, por ano, aproximadamente 20 mil profissionais em cursos superiores de tecnologia em Administração.

Veja Procedimentos para Registro Pessoa Física.

Veja Procedimentos para Registro Pessoa Jurídica.

O registro no CRA é uma obrigação legal e habilita o administrador ao exercício profissional. De outra parte, o registro representa uma garantia à sociedade de que o profissional que o possui é perfeitamente habilitado a exercer a profissão.

Todas as empresas que prestarem serviços nas áreas de atuação do administrador, nos termos do Capítulo IV, art. 12 do regulamento da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965.

Devem ser registrados nos Conselhos, nos termos da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, empresas que explorar legalmente atividades pertinentes aos campos de atuação profissional privativos do Administrador e seus desdobramentos e profissionais egressos dos seguintes cursos: 

Bacharéis em Administração;

  • Bacharéis em Gestão Pública;
  • Bacharéis em Gestão de Políticas Públicas;
  • Profissionais Provisionados;
  • Mestres em Administração;
  • Doutores em Administração;
  • Bacharéis em cursos superiores conexos à Administração;
  • Diplomados em Cursos Superiores de Tecnologia conexos à Administração; e
  • Diplomados em Cursos Sequenciais de Formação Específica conexos à Administração.

A mesma deverá providenciar, de acordo com cada regional, o registro secundário nos Conselhos de jurisdição da área geográfica aonde o serviço vier a ser prestado.

Sim. Os formados em cursos regulares de Administração feitos no exterior podem proceder ao registro no CRA, mas somente após a revalidação do diploma pelo MEC ou universidade autorizada, conforme artigo 2º, letra "b", do regulamento da Lei n°. 4.769/65. Em São Paulo, esse serviço é prestado pela Universidade de São Paulo (USP).

O registro para profissionais nesta condição não é possível, pois de acordo com a Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, art. 3º, letra "a", somente bacharéis formados em cursos regulares de Administração Pública ou de Empresas, diplomados no Brasil, em cursos regulares de ensino superior, oficial, oficializado ou reconhecido, cujo currículo seja fixado pelo Conselho Federal de Educação, nos termos da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, têm direito ao registro.