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Em
busca de mais flexibilidade e liberdade para trabalhar de onde e quando
quiserem, a maioria dos profissionais que fazem trabalho freelancer pretende
abandonar todos os vínculos empregatícios formais e atuar só de forma autônoma,
segundo um novo estudo.
Quase
75% dos freelancers que ainda possuem algum tipo de emprego
"tradicional" têm planos de pedir demissão e trabalhar sozinhos no
futuro. Em 61% dos casos, os profissionais disseram que planejam fazer essa
mudança nos próximos dois anos.
A
pesquisa, encomendada pela empresa de trabalho on-line oDesk e pela consultoria
Milennial Branding, foi feita pela Genesis Research Associates com 3.193
profissionais freelancers ao redor do mundo, entre eles quase dois mil jovens
entre 19 e 30 anos.
As
principais razões para largar o emprego fixo são a liberdade e a flexibilidade
– 92% dizem ter vontade de trabalhar de onde quiserem, 87% preferem fazer o
próprio horário e 69% indicam que o trabalho como freelancer os permite
escolher os projetos que mais gostam. A maioria também indica que gosta da
liberdade de trabalhar enquanto viaja: 63% preferem poder atuar enquanto estão
longe da cidade de origem, contra 37% que dão preferência por tirar um período
de férias corridas.
A
busca por independência se reflete em como esses profissionais se enxergam: a
maioria, quase 60%, se considera empreendedor. Para eles, ser empreendedor
significa ter uma forma específica de pensar – com visão, capacidade de
encontrar oportunidades, assumir riscos e ter iniciativa. Só 10% acham que para
se tornar empreendedor é preciso abrir um negócio.
Fonte: Letícia Arcoverde/Valor
Econômico
De
2001 a 2011, a fatia dos donos de negócio que haviam cursado o ensino médio
completo (pelo menos 8 anos de estudo) saltou de 38% para 53%. Já a fatia dos
que cursaram até o ensino fundamental completo (0 a 7 anos de estudo) caiu de
62% para 47%, de acordo com levantamento do Sebrae feito com base em números do
IBGE.
Para
o Sebrae, esse aumento de escolaridade tem relação direta com o aumento da
expectativa de vida das empresas. Em 2001, de acordo com a entidade, 51% das
empresas conseguiram comemorar o segundo ano de existência. Em 2011, essa
parcela passou para 73%.
"O
jovem está empreendendo mais cedo e tem mais escolaridade do que o velho
empresário do passado, que empreendia por necessidade", diz o presidente
do Sebrae nacional, Luiz Barretto.
Se,
há uma década, de cada dez empresas abertas, cinco eram movidas por necessidade,
hoje são apenas três. As outras sete nascem por oportunidades de mercado.
"O
mercado consumidor cresceu com a ascensão da classe média, com o aumento da
renda e do emprego, ampliando as oportunidades para o empreendedor",
afirma Barretto.
Mas
há uma outra razão que ajuda a explicar a maior longevidade das empresas, além
da maior escolaridade do empresário e do aumento da renda do consumidor: o
Super Simples.
Implementado
há seis anos, o Super Simples tem 7,4 milhões de inscritos. "A lei é muito
boa, reduziu a carga tributária em torno de 40% e diminuiu a burocracia. Na
mesma linha, o MEI (microempreendedor individual) já formalizou 3 milhões de
donos de negócios com faturamento de até R$ 5.000.
"Quem
tem mais escolaridade tem mais capacidade de planejar", diz Barretto.
"E quando você associa oportunidade – economia em crescimento e menos
burocracia – com escolaridade, a chance de a empresa sobreviver é maior."
O
aumento da escolaridade entre donos de negócio acompanhou um movimento que se
deu na população em geral. No entanto, proporcionalmente, os donos de negócio
tendem a ser mais instruídos que a média geral.
Entre
os donos de negócio, 22,4% tinha o fundamental incompleto em 2011 (ante 31,6%
uma década antes). Na população com dez anos ou mais, 50,2% não tinha
completado o fundamental em 2010, ante 65,1% em 2000.
E,
enquanto o percentual de brasileiros com ensino superior completo subiu de 4,4%
para 7,9%, entre os empresários essa fatia aumentou de 7,4% para 10,2%.
Fonte: Mariana Barbosa/Folha de S.Paulo
Até
26 de maio, a companhia farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim recebe
inscrições para seu “Programa de Estágio Geração BI”. São oferecidas 24 vagas, divididas
entre as cidades de São Paulo e Itapecerica da Serra.
Podem
participar estudantes com formação prevista entre dezembro de 2014 e dezembro
de 2015 que cursam Administração, Biologia, Ciências Contábeis, Ciências da
Computação, Comunicação, Direito, Economia, Enfermagem, Engenharia, Engenharia
da Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Farmácia,
Marketing, Matemática, Psicologia e Publicidade e Propaganda. Engajamento
social, criatividade, facilidade de trabalhar em equipe e inglês avançado são
os requisitos necessários.
As
24 vagas abertas se destinam às áreas de Business Inteligence, Compliance,
Farmacovigilancia, Pesquisa Clínica, Assuntos Regulatórios, Supply Chain,
Marketing e Comunicação, Compras, Controladoria, Recursos Humanos, Tecnologia
da Informação em Vendas.
O período de estágio é de no máximo dois anos. Durante o programa os
estagiários recebem bolsa-auxílio, vale-transporte, vale-refeição, seguro de
vida e plano de saúde.
O processo seletivo é composto por quatro etapas: testes online e presenciais,
dinâmicas de grupo e entrevista. O início do estágio está previsto para o mês
de julho deste ano.
Fonte: Boehringer Ingelheim
A
KPMG no Brasil prorrogou até o dia 31 de maio as inscrições para o programa de seleção de trainees. Em São Paulo, além da capital, estão sendo oferecidas 30 vagas, sendo 13 para Campinas, 8 para
Ribeirão Preto, 3 para São Carlos e 6 para São José dos Campos.
A
organização procura talentos com pensamento global, visão de futuro, habilidade
analítica e de comunicação, capacidade de organização, disposição para trabalhar
em equipe, proatividade, aptidão para lidar com clientes e que estejam cursando
graduação a partir do segundo ano (quarto semestre) ou pessoas formadas há no
máximo dois anos nos cursos de Administração de Empresas, Ciências Atuariais,
Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharias, Relações Internacionais,
Matemática, Estatística, Ciências da Computação, Sistemas da Informação e
cursos relacionados à área de Tecnologia da Informação.
As
inscrições podem ser feitas até o dia 31 de maio pelo site da KPMG
(www.kpmg.com/br), clicando seguidamente nos links Carreiras, De Olho no Futuro
e Novos Talentos KPMG. No momento da inscrição o candidato poderá escolher
entre as 20 cidades que contam com escritório da firma e então, dependendo da
disponibilidade, optar por uma das três áreas de atuação: Audit, Tax ou
Advisory. Para contribuir e auxiliar na análise de carreira para a escolha, os
candidatos podem assistir, na área “Novos Talentos KPMG” do site, vídeos
explicativos sobre cada área, ou com executivos da firma dando detalhes sobre
cada uma das unidades de negócios, além de informações e jogos interativos.
O
processo seletivo conta com testes, dinâmicas de grupo, entrevistas com sócios
ou diretores e gestores da área de Recursos Humanos.
Fonte: KPMG
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